VIA BAHIA E O ANEL DA MORTE
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Samuel Henrique/Águia Filmes
A Via Bahia, chegando para Vitória da
Conquista, não priorizou atenção aos motoristas enfrentando iminência de perigo
visivelmente exposta no Anel Viário, facilitando a morte em viagens fatais, ignorando
os avisos do Movimento Contra a Morte Prematura - MCMP e da Imprensa. Esta é a
afirmação do Ambientalista e Presidente do Movimento Contra a Morte Prematura -
MCMP, André Cairo, personificado de Madame Jamorri, protestando no início de
2012, fazendo mais um alerta à Empresa,“com vítimas fatais, lesões graves,
problemas psicológicos, perdas e danos etc., nas intercessões do Anel Viário,
Barra do Choça, URBIS VI, Campinhos e Av. Brumado, anunciando tarde a morte certa em erros certeiros, não evitou
acidentes na escuridão inviolável do mistério da morte”.
Acrescenta
ainda, “a direção da Via Bahia tem documentos do MCMP desde novembro de 2010,
entregue em mãos a Sérgio Ray Santilan, seguidos de protestos, reuniões, audiências,
palestras, pronunciamentos etc., resultando na instalação de um redutor no
cruzamento com Barra do Choça, enquanto R$ 12 milhões de reais se constrói os
quatro viadutos, sendo a melhor solução, contra paliativos, enquanto se fatura
R$ 1 milhão por dia, já existindo mais de 1.7OO passagens dia nos pedágios, preços
incompatíveis, onde a duplicação já deveria ter sido iniciada, entre outras
melhorias”. Finaliza Cairo, irritado.